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Ronaldo Nazário no Ministério dos Esportes.

{ Posted on 20:31 by Edmar Lyra Filho }

Com os escândalos que envolvem o ministro dos esportes Orlando Silva, sua situação ficou insustentável. Não apenas pelo caso de corrupção, mas também pela visibilidade que a pasta envolve, sobretudo diante de eventos importantíssimos como a Copa das Confederações de 2013, a Copa do Mundo de 2014, as Olimpíadas e as Paraolimpíadas de 2016.

Não adianta apenas colocar um técnico para a presidente Dilma Rousseff se livrar do problema Orlando Silva. Ela precisa também de alguém que possa apagar os desgastes causados ao governo. Ninguém melhor do que o ex-jogador Ronaldo Nazário de Lima, o Ronaldo Fenômeno para ocupar o posto. Sua imagem é altamente ligada ao esporte, respeitado no planeta inteiro, se juntaria ao embaixador da Copa, Pelé, nos projetos esportivos do Brasil.

Ronaldo foi capaz de dar diversas voltas por cima quando todos achavam que ele deveria abandonar o futebol. Em 2002, deu ao Brasil uma Copa do Mundo quando ninguém imaginava ser possível. Fora dos gramados sempre foi um atleta exemplar e como empresário da área de comunicação não deve nada a ninguém. Sua capacidade como gestor é inegável.

A entrada de Ronaldo Nazário para o Ministério dos Esportes seria uma grande jogada da presidente Dilma Rousseff, que precisa mais do que nunca que a pasta ande e possa ser mais forte do que qualquer querela política.

Ronaldo Nazário estaria acima de qualquer suspeita como ocupante de cargo público e não tem vínculo algum com a política. Seria um caso de fortalecer o esporte brasileiro e fazer com que o país fosse respeitado lá fora novamente.

Aprovado projeto que regulamenta profissão de DJ.

{ Posted on 17:39 by Edmar Lyra Filho }
O senador Armando Monteiro aprovou nesta terça-feira, 18, na Comissão de Educação (CE), o Projeto de Lei do Senado (PLS 322) que regulamenta as profissões de DJ (Disc-Jockey) e de Produtor DJ. De acordo com os dados apresentados pelo parlamentar, estima-se que atualmente mais de 1 milhão de disc-jockeys atuam à margem da legislação, como autônomos, nos diversos meios de espetáculos de diversão ao público.

Agora, o projeto será analisado pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS) em caráter terminativo. Caso seja aprovado, os profissionais dessa categoria, também conhecida como Técnico em Espetáculos de Diversões, deverão requerer o registro prévio na Superintendência Regional do Trabalho e Emprego. Porém, para obter o registro profissional, que terá validade em todo o território nacional, será necessária a apresentação de certificado de curso profissionalizante de DJ. Apenas serão dispensados do registro e de outras exigências previstas na lei nº 6.533 (art. 7º), os profissionais estrangeiros que permanecerem no Brasil, em exercício da profissão, no prazo máximo de 60 dias.

O projeto também fixa a jornada de trabalho desses profissionais em seis horas diárias e 30 horas semanais. Além disso, estabelece que na realização de eventos com a participação de profissionais estrangeiros, obrigatoriamente, deverão ser contratados pelo menos 60% de profissionais brasileiros.

Para Armando Monteiro é necessário regulamentar a profissão como forma de conceder um tratamento isonômico a uma categoria que vem crescendo expressivamente nos últimos anos. “Ora, se os artistas já têm sua profissão regulamentada, é hora de atribuir a estes profissionais tratamento isonômico, com o intuito de assegurar-lhes direitos comuns aos trabalhadores, evitando processos judiciais que – na atual situação dessa categoria – seria de difícil efetividade, dada a característica de sua atividade”, argumentou.

Além disso, o parlamentar ressalta os avanços que a profissão de DJ e produtor DJ trará ao setor de educação. “A atuação desses profissionais certamente auxiliará aspectos tecnológicos da educação, principalmente da educação à distância, tornando-se ferramenta útil para o desenvolvimento da educação nacional como um todo”, concluiu. Nesta mesma linha, a senadora Ana Amélia (PP/RS) que também votou favorável ao projeto, elogiou a defesa do senador Armando Monteiro, corroborando com os avanços à educação brasileira.

Entenda a profissão - DJ ou Profissional de Cabine de Som é o profissional que cria seleções de obras fixadas e de fonogramas, impressos ou não, organizando e dispondo de seu conteúdo, executando essas seleções e divulgando-as ao público, por meio de aparelhos eletromecânicos, eletrônicos, ou outro meio de reprodução. Já o Produtor DJ é o profissional que manipula obras fonográficas impressas ou não, que cria ou recria versões e executa montagens sonoras para a criação de obra inédita, originária ou derivada.

Oposição + FBC versus João da Costa.

{ Posted on 17:29 by Edmar Lyra Filho }
Por Maurício Costa Romão*

Quando se fala sobre desenvolvimento de um determinado lugar há que se ter dois cuidados: (1) não apequenar o conceito, a ponto de circunscrevê-lo apenas à sua dimensão econômica e (2) não multidimensioná-lo, a ponto de torná-lo muito complexo, intangível, não mensurável.

De há muito está assentado na literatura especializada que o crescimento econômico é condição necessária, porém insuficiente para o desenvolvimento integral das pessoas. Esse é um assunto vencido, hoje incontroverso. Não se persegue mais o crescimento econômico como um objetivo em si mesmo.

A superação dessa visão econômica do desenvolvimento deu-se através da incorporação de outras dimensões ao conceito, como a vertente humana (da qual se originou o IDH), a moderna tese de sustentabilidade, etc, propiciando maior amplitude para a compreensão de como as pessoas podem alcançar uma vida melhor.

Naturalmente, esses avanços metodológicos têm um custo (trade-off). Quanto mais dimensões são consideradas (políticas, ambientais, antropológicas, sociológicas, psicológicas, etc.), mais o conceito se torna pouco operacionalizável. E aí, quando isso acontece, impera a subjetividade (“a pobreza, como a beleza, está nos olhos de quem a vê”, Mollie Orshansky). Ou, como teria dito alguém, “o desenvolvimento é como um elefante: difícil de definir, porém fácil de reconhecer”.

À crítica do ministro Fernando Bezerra Coelho, fazendo coro com a oposição (MDU), de que “o Recife precisa acompanhar o ritmo de desenvolvimento vivido pelo Estado”, o prefeito João da Costa rebateu dizendo que “as críticas são desmentidas pelos números. O PIB da cidade cresce no mesmo ritmo do estado. Isso é fato”.

Nota-se, assim, que, na ausência de menções conceituais mais precisas, é em termos de crescimento econômico que o debate vai ser travado. E se essa é a referência, as estatísticas não dão suporte à afirmação do prefeito.

Com efeito, dados do Condepe/Fiam mostram que de 1999 a 2008 a relação PIB do Recife sobre PIB do estado decresceu

sistematicamente de 37,3% para 31,9%, uma perda de participação de 5,4 pontos de percentagem. Usando uma regressão linear simples, para compensar a ausência de estatísticas mais recentes, estima-se que essa participação em 2011 haja caído para cerca de 30,0%. Então, não é “fato” de que “o PIB da cidade cresce no mesmo ritmo do estado”. Se o fizesse, nesses últimos 13 anos, a relação entre os PIBs não se teria modificado.

A conseqüência desse insuficiente desempenho produtivo se reflete na posição que a economia da cidade ocupa hoje em relação às demais capitais do Nordeste (3ª posição, atrás da Salvador e Fortaleza) e em comparação aos 100 maiores municípios do País (20º lugar).

É indiscutível que o Recife, em termos de pujança econômica, perdeu a liderança regional ao longo dos anos e se distanciou de outras capitais do País. Entretanto, desfruta ainda de alguns indicadores favoráveis que, num projeto estratégico de estímulo aos investimentos e aproveitamento de suas potencialidades, podem ajudar a recuperar o tempo perdido, alavancar o desenvolvimento econômico local e aproximar-se do desempenho do estado.

A capital tem o maior PIB per capita do Nordeste (proxy para o potencial de consumo da população local), um parque industrial razoavelmente diversificado e moderno, um dinâmico setor terciário, particularmente nas áreas de comércio e serviços, e um segmento de turismo de grande potencial. Conta, também, com razoável infra-estrutura aéreo-portuária, de energia, de transportes, e de comunicações. Seus níveis médios educacionais se sobressaem no Nordeste e a cidade possui uma bem estruturada e diversificada base de ciência e tecnologia.

A exploração estratégica dessas potencialidades requer a adoção de proposta governamental que coloque o papel da economia entre as prioridades. Sem o crescimento econômico não há como expandir a base de recursos econômicos e tecnológicos que possibilitam a transformação social e a inserção das pessoas em outras dimensões do desenvolvimento.

O debate faz sentido!

Maurício Costa Romão, Ph.D. em economia, é consultor da Contexto Estratégias Políticas e de Mercado, e do Instituto de Pesquisas Maurício de Nassau. mauricio-romao@uol.com.br

Para o senador Armando Monteiro a Frente Popular deve ser mantida e plural.

{ Posted on 19:01 by Edmar Lyra Filho }

Após reunir-se com o deputado Pedro Eugênio (PT) na tarde desta segunda-feira, o senador Armando Monteiro (PTB) defendeu a continuidade da Frente Popular de Pernambuco dizendo que ela não foi constituída para atender a “interesses eleitorais episódicos”.

Eis a íntegra de sua entrevista:

Sobre a Frente Popular: “Eu acho que a iniciativa de Pedro Eugênio deve ser entendida como uma disposição que ele afirma, e que nós reconhecemos, com os compromissos e as responsabilidades que temos, com a manutenção desta Frente, que não foi feita ou criada apenas para atender a interesses eleitorais episódicos. Ela foi feita porque dá suporte a um projeto que vem mudando a vida de Pernambuco para melhor, como Pedro disse. Então nós temos responsabilidades, que é preservar a Frente”.

Sobre a pluralidade de opiniões dentro da Frente: “Agora, há um episódio recente neste processo eleitoral que revela muito bem a importância de você considerar que, na pluralidade das forças políticas do Estado, todos têm espaços próprios que somam, do ponto de vista político, para o fortalecimento desta Frente. Por que é que esta chapa de 2010 foi tão exitosa do ponto de vista do desempenho eleitoral? Porque houve a compreensão, na engenharia política, na montagem da chapa, graças à sensibilidade do governador Eduardo Campos, de que você precisava agregar estas forças, que são forças que têm suas identidades, suas trajetórias. Então, reconhecer estas identidades e estas diferenças é algo importante para a manutenção da própria Frente. Eu acho que nós todos temos este compromisso, como homens públicos, com as responsabilidades que temos, de preservar a Frente e garantir espaços de sobrevivência no interior desta própria Frente. Espaços de convivência política, democrática. Quer dizer, há espaços que são de cada um, espaços do PT, espaços do PTB. E nós temos que ter a capacidade política de não fazer com que eventuais divergências municipais e locais comprometam este espírito que nós temos, e as responsabilidades que temos, na construção e manutenção desta Frente”.

Partidos políticos não são seitas: “Somos presidentes exatamente por isto, ou seja, porque temos responsabilidade de poder conduzir com ponderação e com equilíbrio nossas legendas, que é o que nos compete. Agora, os nossos partidos não são seitas. Ou seja, há nos nossos partidos pessoas que têm suas características, suas maneiras de se expressar. Eu vou falar pelo deputado Silvio Costa por ser do meu partido. Ele tem um estilo próprio, uma maneira própria. E quero ser até justo, pois nas suas duas últimas entrevistas, o deputado Silvio Costa tem feito questão de dizer que sua posição não é necessariamente a do partido e que quem fala pelo partido é o presidente do PTB. Ele tem dito isto nas entrevistas. Então, às vezes ele pode fazer uma avaliação que não corresponde à do partido. Agora, o nosso partido não pode proibir um deputado federal, uma liderança, de se manifestar. Ele pode e tem se manifestado sobre estas questões. Mas eu acho que nós, que temos a responsabilidade como dirigentes, Pedro do PT e nós do PTB, temos que ter mesmo esta ponderação, este equilíbrio.

Pedro Eugênio – Nós temos os porta-vozes naturais que são os presidentes. Não é à toa que estamos aqui. E essas conversas que vamos continuar tendo, conversas bilaterais, eu acho que vai chegar o momento de temos reuniões envolvendo vários presidentes, mais adiante. Inclusive combinamos aqui de iniciarmos conversas entre pessoas que vamos delegar, pessoas da direção do partido, para tratar das questões municipais, da construção das alianças municipais, este dia a dia da construção das alianças locais. Quer dizer, este processo todo nós vamos construindo, e quem fala pelo partido, quem tem a palavra pelo partido, é o presidente. Quanto a isto não tenha dúvida. Agora, como disse Armando, nós temos deputados federais e deputados estaduais, lideranças sociais e sindicais, que têm acesso à imprensa e têm legitimidade, representatividade, para se expressar. Nós vivemos um momento recentemente (prazo para filiações) em que as questões municipais se colocaram com muita força, e isto trouxe à tona disputas locais que são muito acirradas. Vamos reconhecer que estas disputas locais elevam a temperatura. Então não vamos tomar a parte pelo todo. São coisas localizadas. De repente aquilo gera uma tensão, um atrito entre A e B, e isto não tem um impacto sobre a Frente que aparentemente pode parecer ter.

Espaços de convivência dos partidos e os casos Petrolina e Serra Talhada

Pedro Eugênio – Nós do PT temos absoluta convicção, e nossos partidos aliados sabem disso, que nestes dois processos (Petrolina e Serra Talhada) nós não agimos no sentido de atrair os quadros políticos para o PT. Ocorreram fatos que fizeram com que eles tomassem a decisão de sair de seus partidos de origem, respectivamente do PSB em Petrolina (Odacy Amorim) e do PR em Serra Talhada (Luciano Duque). E a partir desta decisão já tomada, solicitaram o ingresso no PT. É evidente que, localmente, mesmo seguindo-se este roteiro, surgiram atritos, surgiram insatisfações. Mas a verdade tem muita força e nós temos absoluta convicção de que não nos faltou lealdade para com os partidos que são nossos aliados. E isto então tende a se acalmar, tende a passar.

Armando Monteiro – Primeiro, há o momento da filiação. Porque quando há lideranças expressivas que se movimentam no sentido de sair de um partido e ir para outro, é claro que isto já sinaliza a disposição de pré-candidatura. Mas o fato é que candidaturas só existirão nas convenções. Há um longo tempo para que você construa ou que faça um exercício para tentar fazer composições onde for possível. Nos episódios que aparentemente tensionaram a relação, não identifico, nem no processo de Petrolina nem no de Serra Talhada, nenhuma ação indevida do PT. Há, sim, contradições nos partidos de origem, que já se expressavam, já estavam indicadas. No caso, por exemplo, de Petrolina, nós sabemos que desde 2008 há problemas no PSB, que ao final terminaram até traduzindo-se no próprio resultado eleitoral, que ocorreu na eleição passada. Então estas contradições não são novas, nem foram criadas agora por conta de um convite do PT, que nem existiu. Agora, as lideranças devem ter a liberdade de procurar os seus caminhos. E, curiosamente, nestes casos, nós estamos tendo sempre como destino partidos da própria aliança, da própria Frente.

Pedro Eugênio – Em Serra Talhada nós perdemos o Dr. Fonseca Carvalho, um quadro da melhor qualidade, para o PTB. Foi uma contradição gerada no PT, por conta da entrada do Luciano Duque no PT. O Dr. Fonseca se sentiu desconfortável e migrou para o PTB. E nem por isso nós entendemos que o PTB aliciou o Dr. Fonseca. Nós entendemos que ele se sentiu desconfortável e migrou para um partido da Frente. Agora, é importante lembrar que estas todas são pré-candidaturas, nomes que são colocados, mas agora é que nós vamos começar o processo de discussão sobre como vão se dar as alianças locais. Nós não estamos ainda com candidaturas estabelecidas.

Sobre a conversa com o PSB

Pedro Eugênio – Será tranquila também. Nós já estamos agendados com Milton Coelho na sexta-feira. Eu falei com ele por telefone longamente, eu estava em São Paulo quando conversei com ele agendando para a sexta-feira. Só não agendei antes porque ele viajou para São Luís, cumprindo uma agenda partidária, e eu viajo amanhã para Brasília, e ele só volta na quinta, então só deu pra agendar na sexta-feira. Nós não definimos ainda o local. Mas será ou no PT ou no PSB. E eu acredito que será tranqüila também, será uma conversa tranqüila porque as questões de conflitos que existem, repito, são questões pontuais, que surgiram por conta desse processo municipal e que nós vamos administrar da mesma forma que estamos administrando com os outros partidos.

Sobre a eleição do Recife

Armando Monteiro – Se eu pudesse resumir a essência desse processo que a gente tratou aqui, tem duas coisas. As questões locais vão ser tratadas no seu momento próprio. É claro que a questão do Recife é uma questão importante, pelo que o Recife representa. Conversamos também um pouco sobre essa coisa do Recife, que, ao que tudo indica, nesse momento, há uma indicação de que há setores dos nossos partidos e de outros partidos da Frente cogitando de candidaturas próprias. É ainda, como eu disse, algo embrionário. Agora, dessa nossa conversa tem duas coisas que eu considero importantes. Uma, é a nossa visão de que a manutenção da Frente é importante para Pernambuco e que nós não podemos, por nenhuma questão de natureza local, ainda que ela seja magnificada, nós não podemos pôr em risco a manutenção dessa Frente que é tão importante para Pernambuco. E a segunda é a compreensão de que uma Frente pressupõe a existência de forças que não são necessariamente idênticas. Ou seja, tem que haver espaço para essa pluralidade, essa diversidade. Uma Frente é formada não por iguais. Uma Frente é formada por forças que convergem em nome de objetivos comuns, que não são necessariamente idênticas nem iguais. Então, nós para convivermos numa Frente precisamos ter a compreensão, primeiro, de quais são os objetivos dela. E nós temos a compreensão de que os objetivos maiores se situam na linha do que é importante para Pernambuco. E, segundo, a compreensão de que nós, na Frente, não somos iguais; temos, legitimamente, direitos a aspirar espaços… Agora, precisamos entender isso e temos a obrigação de conviver com essa compreensão.

Sobre a precedência do PT no Recife

Pedro Eugênio – O PT no Recife reivindica, primeiro, que nós façamos um esforço para termos uma candidatura unitária no Recife. Isso é um ponto que nós hoje tocamos rapidamente, é a primeira conversa, nós queremos ter muitas conversas pela frente. E nós entendemos que isso se dê em torno da candidatura do PT. Tem muitos pré-candidatos, é natural, é legítimo que os partidos se coloquem com pré-candidaturas, mas é dentro desse contexto, tendo PT à frente da Prefeitura do Recife, que nós do PT entendemos que nós devamos continuar à frente da Prefeitura e vamos fazer um esforço para manter a Frente em torno da candidatura do PT.

Armando Monteiro – A precedência se traduz inclusive na seguinte compreensão: de que o PT, a rigor, já tem candidatura no Recife. É o único partido que, a priori, já tem candidatura no Recife. E por que tem? Porque, sendo a prefeitura governada pelo partido, a noção de precedência é essa, admitir a candidatura do partido. As outras são pré-candidaturas.

Sobre a entrada do PSB nos municípios

Pedro Eugênio – É legítimo que todos os partidos coloquem no tabuleiro suas peças em todos os municípios. É absolutamente legítimo. Nós vamos agora conversar com todos os partidos, cada um tendo se colocado nos municípios, de forma legítima, para construirmos, com a maior responsabilidade possível, as condições de manutenção da nossa Frente. Evidente que em alguns municípios isso não será possível, vamos concorrer, bater chapa. Em outros municípios, vamos estar com a Frente constituída, com as alianças constituídas. O importante é que façamos um grande esforço para que a Frente esteja consolidada, ela prevaleça, porque evidentemente, trata-se daquela velha questão da dialética, da quantidade versus qualidade. E para que a Frente permaneça, nós teremos que ter, no conjunto do Estado, um conjunto de municípios importantes, e isso passa pelo Recife e pelos municípios de maior expressão, aonde a permanência da Frente se reflita.

Sobre o papel do governador Eduardo Campos na condução da Frente?

Armando Monteiro – Eu acho que essa questão diz respeito mais aos presidentes dos partidos. O governador só deve intervir nisso em situações, eu diria, que sejam muito, não vou dizer extremas, acho que quando tivermos realmente algo que justifique. Até lá, eu acho que o governador vai estar acompanhando, vai estar atento, vai estar, certamente, estimulando esse diálogo entre os partidos e vai ter sempre um representante do partido dele. Mas acho que o governador tem aí a sua agenda administrativa, as suas responsabilidades, não se pode também colocá-lo numa análise de situações de disputas. Quando for necessário, nós não vamos ter nenhuma dificuldade de conversar com o governador, como nunca tivemos, quando foi necessário. Acho que, por enquanto, tem que ser um esforço dos partidos, dos dirigentes partidários.

Deputados da ALEPE classificam o VTL como solução para Mobilidade Urbana.

{ Posted on 18:57 by Edmar Lyra Filho }


O deputado Estadual Silvio Costa Filho (PTB), presidente da Comissão de Mobilidade Urbana da Assembléia Legislativa e o deputado José Maurício (PP), parlamentar que também integra a comissão, conheceram nesta segunda-feira (17), o Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT). A visita aconteceu na estação Cajueiro Seco do Metrô, em Jaboatão dos Guararapes, de lá o VLT percorreu para uma demonstração, as estações Cajueiro, Prazeres e Montes Guararapes.

O novo modal surge como uma alternativa para solução dos problemas da mobilidade urbana da Região Metropolitana do Recife. O VLT já está em fase de testes e a expectativa da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) é que num prazo de dois anos, as obras estejam concluídas. Os trens estão sendo fabricados em Barbalha, no Ceará e possuem um design moderno, são climatizados e com capacidade para transportar até 600 passageiros. Os veículos ainda possuem monitores internos, controle por GPS, espaço para cadeirantes, assentos preferenciais e bancos reservados para pessoas obesas. Até o final do primeiro trimestre de 2012 os quatro (04) primeiros VLT’s deverão substituir as antigas locomotivas à diesel.

De acordo com Sílvio Costa Filho (PTB), o objetivo da comissão foi conhecer todas as ações, avanços até 2014 e também as dificuldades da CBTU- Metrorec. “Iremos solicitar aos senadores e deputados federais pernambucanos, que atuem na articulação de maiores investimentos no sistema de metrô da RMR, visando a melhoria na qualidade do serviço que é prestado a população e que com os novos investimentos, a CBTU possa criar novas linhas de acesso, ampliando a número de pernambucanos que utilizam o metrô, modelo usado nas principais cidades europeias, como Londres e Madrid, é que será uma das alternativas para resolvermos a mobilidade urbana da RMR; Exemplo: é importante novas linhas, como do Recife Antigo á Suape e à Olinda e do Aeroporto até São Lourenço da Mata. Do ponto de vista técnico é possível, entretanto faltam recursos para as obras saírem do papel. Entendo que é fundamental uma maior sensibilidade dos gestores públicos na prioridade em transporte público”, ressalta.

O superintendente da CBTU - Metrorec, Ricardo Beltrão disse estar satisfeito com a visita da Comissão de Mobilidade Urbana e que siguinificou uma oportunidade de apresentar a expansão do Metrô e os investimentos já assegurados para ampliação da frota elétrica e à diesel. “È fundamental o apoio dos deputados para a consolidação dos recursos e ampliação da capacidade com novas linhas, trazendo maior conforto e qualidade no transporte da região metropolitana”, ressaltou. Já o deputado José Maurício (PP), integrante da Comissão, disse que a visita superou as expectativas e que o projeto do VLT será um legado para a população pernambucana.

Próximo ano, o VTL será implantado na Linha Sul do metrô, ligando Cajueiro Seco, em Jaboatão, ao Cabo de Santo Agostinho, e vai operar com sete trens. A partir de março, o percurso de 18 quilômetros, hoje feito em 47 minutos passará a ser apenas de 22 minutos. A expectativa é que no final de 2012 serão 400 mil usuários/dia, tendo em vista que hoje são 250 mil dia, mostrando a importância de novos investimentos a longo prazo do governo federal.

Izaías Régis é convocado pelo PTB para disputar a prefeitura de Garanhuns.

{ Posted on 18:50 by Edmar Lyra Filho }


Cumprindo o seu terceiro mandato na Assembleia Legislativa, o deputado Izaías Régis recebeu nesta segunda-feira (17) uma convocação da Executiva do PTB de Pernambuco para que dispute a Prefeitura de Garanhuns nas eleições de 2012. A convocação foi feita durante reunião no Recife com o presidente estadual do partido, o senador Armando Monteiro.

Para o senador, a candidatura de Izaías Régis é importante porque o PTB sempre foi majoritário no município e é uma referência no Agreste pernambucano. Izaías Régis agradeceu a confiança dos petebistas. Afirmou estar honrado com a convocação e ressaltou seu trabalho em favor do desenvolvimento de Garanhuns.

Veja o que disse Izaías Régis, após o encontro com Armando Monteiro:

“Trabalho pelo desenvolvimento de minha cidade há muito tempo. Desejo agora colocar a experiência que acumulei na iniciativa privada e no setor público à disposição de Garanhuns, do futuro da minha terra. Agradeço a confiança do meu partido e vou procurar todos os setores formadores de opinião da minha cidade para que, juntos, possamos construir um modelo de gestão que coloque Garanhuns em posição de destaque neste novo momento que Pernambuco está vivendo. Tenho compromisso e comprometimento com a minha cidade. Vamos debater as soluções para as áreas de saúde, educação, da qualificação profissional. Vamos buscar o desenvolvimento econômico e social e lutar para que Garanhuns se torne líder do interior do Estado”.

O gigante acordou!

{ Posted on 19:58 by Edmar Lyra Filho }


Em 2006, depois de conquistar o campeonato pernambucano e o acesso a Série A em 2005 com uma excelente campanha, o Santa Cruz foi à final do campeonato pernambucano contra o seu maior rival em Pernambuco: o Sport.

A primeira partida no Arruda foi vencida pelo seu rival, na Ilha do Retiro, no final do segundo jogo o Santa Cruz conseguiu fazer um gol o que levou a decisão para os penaltis.

Na disputa de penalidades máximas, o Santa Cruz chegou perto de conquistar o bicampeonato pernambucano, bastava Lecheva converter o último penalti. Infelizmente ele perdeu e na outra série de cobranças o Sport conquistou o título.

Ali começava a queda de um dos maiores clubes do futebol brasileiro. Lanterna da Série A em 2006, o Santa Cruz em 2007 disputou a Série B, chegou a ficar entre os oito primeiros, porém, na reta final aquele time começou a jogar tão mal que terminou caindo pra Série C. Fato que jamais havia ocorrido na história do Santa Cruz.

Em 2008, na disputa pela Série C e criação de uma Série D em 2009, o Santa Cruz não conseguiu fazer uma boa campanha e terminou chegando ao fundo do poço. Porque apenas 20 times estariam na Série C do ano seguinte e os demais disputariam a famigerada Série D.

Na disputa em 2009, o Santa Cruz decepcionou sua torcida sendo eliminado na primeira fase. Já em 2010, o tricolor do Arruda conseguiu passar da primeira fase, mas quando enfrentou o Guarany de Sobral, diante de quase 50 mil pessoas, inclusive eu fazia parte desse público, um tal de Landro Cardoso fez dois gols contra e nisso aquele time, comandado por Givanildo Oliveira, ainda conseguiu reverter o placar. O Santa Cruz chegou a fazer 4x2, e Brasão fez um gol que foi anulado, o que seria 5x2. Mas no final o Guarany de Sobral conseguiu o terceiro gol e praticamente carimbou sua classificação.

Na volta, 2x0 em Sobral garantiu o time cearense na outra fase e o Santa Cruz mais uma vez teve que amargar disputar a famigerada Série D.

No final de 2010, o trabalho começou a ser feito. Com a entrada de Antônio Luiz Neto na presidência, que deu continuidade ao projeto iniciado por Fernando Bezerra Coelho, o ex-jogador Sandro, torcedor declarado do Santa Cruz assumiu a organização do futebol. Ele foi o responsável pela vinda de Zé Teodoro.

No pernambucano o Santa Cruz montou um time aguerrido, lutador e com boa qualidade. Chegou a ser chamado de cavalo paraguaio pelo técnico Geninho do Sport no início do ano. Foi pra semi-final contra o Porto e venceu as duas partidas. Na final contra o Sport conseguiu uma vitória no primeiro jogo na Ilha do Retiro por 2x0, o que deu condições de o Time de Guerreiros jogar com tranquilidade na segunda partida no Arruda. O resultado final todos já sabem: Santa Cruz Campeão Pernambucano 2011, e pra melhorar tirou o tão sonhado Hexacampeonato do Sport.

Para a disputa da Série D, o Mais Querido perdeu peças importantes, como Gilberto, um dos grandes responsáveis pelo título pernambucano. Perdeu também Landu, jogador criticado por muitos, mas que tinha uma velocidade incrível e que contribuía muito com o time.

A outra perda foi a contusão de Renatinho, um dos craques do campeonato pernambucano que passou quase toda a Série D no Departamento Médico. Para completar, um jogador que tinha papel de liderança na equipe, o zagueiro Thiago Matias que era capitão da equipe decidiu sair.

Isso gerou muitas desconfianças da torcida em relação ao time. Sobretudo quando as atuações do time não chegaram perto do que foi apresentado no primeiro semestre. Muitos, calejados pelos resultados de anos anteriores, começaram a desacreditar. Outros continuaram acreditando.

Com um time que não jogou bonito em nenhuma partida dessa Série D, mas que soube se portar dentro de campo, principalmente nos momentos em que precisou apresentar uma recuperação como no primeiro jogo contra o Treze quando perdia por 2x0 e acabou empatando em 3x3.

A classificação de hoje, diante de quase 60 mil pessoas, foi conquistada domingo passado. Com um 0x0 sofrido, os tricolores puderam voltar a sorrir.

A sensação é indescritível, uma alegria fora do comum. Não pelo fato de disputar a Série C em 2012, mas pela certeza de que o Santa Cruz está se reerguendo. O título pernambucano e o acesso mostram isso.

Saímos do inferno do futebol brasileiro. Agora iremos para o purgatório. Em 2012 o projeto precisa ser mantido para que possamos conquistar o bicampeonato pernambucano e voltar para a Série B.

Pra finalizar, gostaria de agradecer ao ex-presidente Fernando Bezerra Coelho, ao presidente Antônio Luiz Neto, ao auxiliar técnico Sandro, ao time de guerreiros e principalmente ao brilhante Zé Teodoro.

Vocês foram responsáveis pelo ressurgimento de um dos maiores clubes do Brasil que detém a torcida mais apaixonada do planeta. Essa torcida é fantástica e só merece sorrir.

O gigante acordou e agora vai ser difícil de enfrentá-lo. Rumo a Série A em 2014 no ano do nosso centenário.

Espero que as próximas conquistas sejam menos sofridas que essa, apesar de inesquecível, um dia o coração não aguenta...


Coluna Gazeta Nossa terceira dezena de outubro.

{ Posted on 15:58 by Edmar Lyra Filho }
A candidatura de FBC pode ser pra valer.

Prefeito de Petrolina, secretário de Estado, deputado estadual, deputado federal, atualmente ministro de Estado, Fernando Bezerra Coelho tem uma vasta carreira política. Político do interior, FBC conseguiu ganhar notoriedade a nível estadual quando abdicou de dois anos de mandato como prefeito de Petrolina para assumir a Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco e ser o responsável direto pelo boom econômico ocasionado no estado ao lado do governador Eduardo Campos. Aspirante a um cargo majoritário na chapa da Frente Popular em 2010, FBC viu seu projeto ser arquivado em prol da diversificação dos partidos que apoiavam o governador. Deixando para o PT, o PTB e o PDT as demais indicações. Sua lealdade ao governador lhe deu condições de ser alçado ao plano nacional e se tornar ministro da integração nacional. Visto inicialmente com certo preconceito pela presidente Dilma e também pela imprensa nacional, FBC conseguiu se tornar uma unanimidade no governo Dilma. É considerado por muitos um dos melhores auxiliares da presidente. Isso traduziu em um prestígio que até então, como prefeito de Petrolina, ele jamais teria. E o colocou de vez na rota dos políticos mais fortes de Pernambuco e com perspectivas majoritárias. Diante de uma desaprovação nítida do prefeito João da Costa, de um desgaste natural de doze anos do PT no Recife e de fissuras na Frente Popular ocasionadas pelo Partido dos Trabalhadores, Fernando Bezerra Coelho se torna o grande fato novo da disputa para a prefeitura do Recife. Com o apoio de um governador com quase 90% de aprovação e de um estado que cresce acima da média nacional, FBC tem na ponta da língua o discurso para os recifenses: colocar o Recife no mesmo nível de desenvolvimento de Pernambuco. Caso obtenha êxito, FBC se torna protagonista político e pode surgir como sucessor de Eduardo Campos em 2014 ou apoiar outro candidato e esperar para 2018 quando estaria no segundo mandato de prefeito da capital. A candidatura de FBC não deve ser um blefe do PSB, tem consistência, viabilidade e pode realmente ser vitoriosa. Sobretudo diante de uma oposição atual sem rumo e sem projeto. O povo do Recife cansou do PT, mas também não vê na oposição uma alternativa viável. Quer alguém que seja do mesmo estilo político de Eduardo Campos e esse alguém é, sem dúvidas, Fernando Bezerra Coelho.


Tiro no pé? - O deputado João Paulo decidiu ficar no PT, apesar de rumores de que ele poderia mudar de partido. O tempo dirá se realmente ele tomou a melhor decisão. Diante do esfacelamento da Frente Popular, o PT pode ser obrigado a lançar João Paulo. Mas ele seria candidato sem o apoio de Eduardo, será que consegue ser vitorioso?


PCR - Talvez se o PT tivesse rifado João da Costa desde já e sinalizasse apoio a candidatura de João Paulo, a Frente Popular continuasse unificada no Recife. Agora, com pré-candidaturas postas, fica mais difícil de chegar a um consenso. Sobretudo após troca de farpas públicas.


Armando Monteiro - Tido como desagregador da Frente Popular por não seguir o governador na emenda para o terceiro mandado de Guilherme Uchôa na Alepe, Armando assiste de camarote a troca de farpas entre PT e PSB. O senador petebista acalenta o sonho de ser governador em 2014 e pensa dia e noite em ser o candidato de Eduardo Campos.


Priscila Krause - A líder da oposição na Câmara do Recife surge como a grande novidade do DEM para disputar a prefeitura do Recife. Mesmo que não obtenha êxito, Priscila se viabiliza para ser deputada estadual em 2014. Como vereadora pode conseguir ou não.


Sebastião Rufino - Ex-pefelista de carteirinha, o ex-deputado Sebastião Rufino conseguiu se manter no poder mesmo com a vitória de Eduardo Campos. Não conseguiu a reeleição, mas assumiu a Secretaria de Habitação do Recife. Tem conseguido realizar seu trabalho com uma certa desenvoltura.


Até quando? - Ficamos no aguardo de até quando Raul Jungmann vai continuar brincando de ser pré-candidato a prefeito. Sem recursos, com pouco tempo de televisão e sem apoio político, fica difícil acreditar que ele vai ser mesmo candidato.

Vera Lopes comemora aprovação de Lei de sua autoria.

{ Posted on 19:08 by Edmar Lyra Filho }
Após ser apreciada e aprovada pelos demais parlamentares, foi promulgado o Projeto de Lei de autoria da vereadora Vera Lopes (vice- presidente da Comissão de Saúde da Câmara do Recife) onde a próxima escola a ser inaugurada na capital pernambucana, deverá se chamar Educadora Maria das Dores Muniz de Melo. A religiosa e professora foi a fundadora do Colégio Santa Maria, em Boa Viagem. “Fundado há mais de meio século, o colégio mantém-se jovem e dinâmico, sem perder de vista a filosofia que norteou sua criação: desenvolver o amor pelo saber. Quem sai ganhando é a população recifense, que terá assistência do Santa Maria, o que poderá tornar a unidade pública em escola referência no ensino municipal, tornando assim, o futuro colégio, excelência no ensino publico”, destaca Vera Lopes.

Uma espera cansativa.

{ Posted on 15:02 by Edmar Lyra Filho }

Em maio de 2008 tomei a decisão de comprar um apartamento novo e optei pela compra de um imóvel na planta baixa, por considerar a possibilidade de valorização, estrear o imóvel, etc.

A compra foi feita no Edifício Castelo de Van Gogh em Boa Viagem junto a construtora Aparatto. O prazo de entrega inicial era para dezembro de 2010. Fiz todos os planos para ingressar no meu apartamento nesta data. Planejamento abortado pela demora da construtora.

Imaginei que por mais que atrasasse, ficaria pronto em meados de junho. Afinal, foi o que a própria construtora disse. Infelizmente, o atraso da obra foi tanto que o prédio ficou pronto esta semana, porém, ainda não podemos entrar no apartamento porque o habite-se ainda não saiu.

Peço a compreensão do órgãos responsáveis: Celpe, CPRH, Prefeitura do Recife, Bombeiros, entre outros para que possam realizar suas respectivas vistorias na obra o quanto antes, para que o habite-se saia antes de novembro.

Afinal, trata-se de 76 famílias que foram prejudicadas pela demora absurda de uma obra, e não podem ser novamente prejudicadas por conta da burocracia dos órgãos que precisam apenas expedir certidões.

Acreditamos que, se tudo ocorrer dentro do possível, o habite-se possa sair até o final do outubro, no mais tardar na primeira quinzena de novembro. Basta um pouco de boa vontade por parte dos setores responsáveis.
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