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Movimento quer incluir Igarassu no pólo industrial.

{ Posted on 11:57 by Edmar Lyra Filho }
Formado por representantes da sociedade civil, empresários, trabalhadores, autônomos e estudantes, o Movimento Vivo Igarassu realiza, a partir desta sexta-feira (28), uma intensa mobilização visando conquistar apoios para que parte dos pesados investimentos que serão feitos no Litoral Norte de Pernambuco, principalmente em Goiana, nos próximos anos, a partir da implantação de porto, aeroporto, de uma fábrica da Fiat, além de empreendimentos ligados ao polo farmacoquímico, também se instalem em Igarassu, na Região Metropolitana do Recife.

O movimento é ambicioso. Quer colher cerca de 10 mil assinatura para respaldar as ultimas correspondências enviadas ao governador Eduardo Campos, nas quais tenta conquistar projetos como o de instalação de um novo aeroporto internacional voltado para a demanda que surgirá com os investimentos feitos na região. Também reivindica a atração de algumas das indústrias ditas satélites que chegarão a Pernambuco junto com a Fiat. “Estamos em um momento extremamente importante para todos os municípios do litoral, da Mata Norte e de Pernambuco. E Igarassu até agora não foi contemplado. Este novo polo trará ganhos econômicos importantes, abrirá uma nova fronteira no nosso desenvolvimento industrial. Queremos participar intensamente disso tudo”, afirma o empreendedor Mário Ricardo Lima, líder do Movimento Vivo Igarassu.

Segundo Mário, o movimento já apresentou ao governo do Estado, por meio de ofícios encaminhados nos últimos meses, uma série de reivindicações, como a modificação em parte do trajeto do Arco Metropolitano, rodovia que irá desafogar o tráfego, principalmente de veículos pesados, nas cidades do Litoral Norte. O Movimento também pediu ao governador Eduardo Campos que transferisse a conexão entre o Arco Metropolitano com a BR 101 Norte para uma área que facilite a industrialização do município, inclusive com a implantação de um distrito industrial em Igarassu.

Outra reivindicação importante para o movimento é a realização de um estudo de viabilidade para utilização do Porto Pernambuco, o histórico terminal portuário de Igarassu, instalado no município por Duarte Coelho, no período das capitanias hereditárias, em 1535. A ideia do movimento é avaliar a possibilidade de o porto ser aproveitado comercial e turisticamente. O local, inclusive, já foi apontado como possível meio de escoamento de produtos de exportação da ALCOA, quando1 da instalação do projeto, na década de 1970.

Igarassu é uma cidade de médio porte. Tem mais 100 mil habitantes e a nona maior arrecadação de impostos de Pernambuco.

É hora de investir no sertão de Pernambuco.

{ Posted on 15:01 by Edmar Lyra Filho }


Há dez anos não era possível dizer que o sertão de Pernambuco poderia ser o local de grandes investimentos e de ser um local bom de se morar. Hoje, o sertão é a grande oportunidade para os negócios. De preferência o setor de serviços.

Fazendo um contraponto com a Região Metropolitana do Recife, podemos considerar que a qualidade de vida no sertão se tornou muito melhor.

Os investimentos em Suape são volumosos, mas o fluxo de veículos no entorno da RMR é muito grande. Apesar da possibilidade de um elevado salário, o indivíduo pagará mais caro por moradia, por transporte, por alimentação, etc. O estresse causado pelo trânsito na capital e adjacentes não compensa em hipótese alguma um eventual incremento na renda.

As estradas de Pernambuco têm melhorado consideravelmente, e isso facilita o deslocamento entre a capital e o sertão. Podendo ser feito em poucas horas de viagem.

O valor dos imóveis, que também tiveram aumento no sertão, não chegam nem perto dos praticados na capital. Portanto, se a pessoa tiver algo em torno de R$ 100 mil para comprar um imóvel, consegue comprar bem no sertão, diferentemente da capital, onde este valor não dá nem para um kitnet, a depender do local escolhido.

Investimentos como a Transnordestina em Salgueiro, a Transposição do Rio São Francisco em Petrolina influenciam diretamente em um incremento de renda dos atuais e eventuais moradores do local.

Antes disso, existem cidades com alto crescimento, como Serra Talhada, Arcoverde, Afogados da Ingazeira e Belo Jardim. Cidades um pouco mais próximas da capital que também são importantes para o desenvolvimento econômico de Pernambuco.

O que falta em alguns desses lugares? Pontos de entretenimento como restaurantes, casas de festas, shoppings, etc. E aí está a grande oportunidade de quem é empreendedor. Para se ter uma ideia, conta-se nos dedos pizzarias que ofereçam pizza de qualidade no sertão. Enquanto em Recife temos uma a cada esquina.

Serviços como Curso de Idiomas e Informática também são demandas dos moradores dessas cidades. Empresas de eletrodomésticos idem. São poucos os existentes. E os que já funcionam não têm tanta qualidade no serviço.

O setor de construção civil também é um alvo a ser alcançado, porém, como os investimentos são elevados, apenas médias e grandes construtoras podem se viabilizar.

O próprio governo também deve a partir de agora, olhar o sertão com mais atenção, evitando que os investimentos se concentrem unica e exclusivamente em Suape. Afinal, em breve lá não vai ter espaço para mais ninguém.

Invista no sertão neste momento que você não vai se arrepender, seja microempreendedor, seja membro do governo estadual e federal. O retorno será em breve. E Pernambuco diminuirá cada vez mais as suas desigualdades regionais.

“Uma infraestrutura deficitária impede o crescimento do País.” diz Armando.

{ Posted on 13:42 by Edmar Lyra Filho }
Em aparte ao pronunciamento do senador Clésio Andrade (PR/MG), nesta quarta-feira, 21, sobre a precariedade do setor de infraestrutura de transportes brasileiro, o senador Armando Monteiro (PTB) ressaltou a importância de se discutir o tema que tem impacto direto no desenvolvimento do país. “O desafio é pensar a logística de forma integrada e de elevar os investimentos no setor”, destacou

Segundo o senador pernambucano, só existem duas alternativas para elevar os investimentos no setor. “Uma, é elevar a poupança do setor público para que o Estado brasileiro, em todos os níveis, possa aumentar o investimento em infraestrutura. A outra é estimular a atração da poupança privada, para que ela venha a se somar à poupança do setor público, de modo a que se enfrente a urgência dessas demandas”, explicou.

Porém, lembrou Armando, estes cenários só serão viáveis se o governo assumir uma postura mais firme no controle dos gastos públicos. “O Brasil tem que enfrentar firmemente essa questão do custo fiscal, do serviço da dívida pública. Não é possível um país como o nosso gastar 6% do PIB com o serviço da dívida pública. Nos três últimos anos, pagamos mais de R$ 500 bilhões em juros. Esse é um desafio que vai exigir um novo arranjo macroeconômico para que o Brasil possa ter taxas de juros mais baixas e elevar a poupança do setor público”, avaliou.

Armando concluiu reforçando a importância de criar estratégias eficazes para a infraestrutura de transporte e logística, para que o país não tenha uma grave limitação no seu crescimento. “Este tema é fundamental, porque a infraestrutura - particularmente no sistema de transporte e logística -, caso não se estudem alternativas inteligentes e céleres para sanar suas distorções, acaba colocando um constrangimento físico ao crescimento econômico e social do Brasil”, finalizou.

Construção civil é a principal alavanca da economia de Pernambuco hoje.

{ Posted on 14:43 by Edmar Lyra Filho }
A VI Análise Ceplan mostra que a economia dos três principais Estados do Nordeste continuou crescendo acima da nacional. Em Pernambuco, o PIB do primeiro trimestre de 2011 subiu 7,6% sobre a já alta taxa de 2010, de 7,8% - maior do que a de 2009, ano afetado pela crise mundial. No Ceará, de janeiro a março deste ano, a elevação do PIB foi de 4,7% no comparativo com o 8,9% no mesmo período do ano anterior e, na Bahia, o aumento foi de 2,5% no primeiro trimestre de 2011 diante de 9,5% de 2010. Vale destacar que, no Ceará, a maior alta foi a do PIB Agropecuário que subiu 26,0% no comparativo entre o primeiro trimestre de 2011 e o de 2010.

Em relação à produção industrial, foi registrada uma desaceleração no primeiro semestre deste ano, com o Brasil, crescendo 1,7%, enquanto o Nordeste teve uma queda de -5,2%. No Ceará, a queda foi o dobro: -10,7%. Já Pernambuco registrou uma redução de - 4,2% e a Bahia, de- 4,7%. Na arrecadação do ICMS, Pernambuco revela a expansão da sua Economia com um crescimento de 9,9% de janeiro a junho de 2011 em relação ao mesmo período de 2010, quando Bahia e Ceará tiveram taxas negativas de -0,1% e -5,3%, de acordo com as informações do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz).

A elevação do nível de emprego também aponta para os bons resultados da economia pernambucana. Mesmo com redução na produção, o emprego industrial apresentou resultados positivos em Pernambuco e na Bahia, com aumentos de 4,1% e 3,4%, respectivamente, no primeiro semestre de 2011 em comparação com igual período de 2010. No Nordeste, a média foi de 2,6%, superior à nacional, de 1,9%, enquanto o Ceará teve queda de -0,6%.

A geração de postos formais de trabalho também foi maior no Nordeste, cravando 6,9%, com destaques para os Estados do Maranhão, onde o estoque de empregos cresceu 10,1% em junho de 2011 sobre junho de 2010, ressaltando as contratações para a indústria extrativa mineral e a construção civil; e de Pernambuco, com aumento de 9,6%. No Brasil, o índice foi de 6,2% e em Sergipe, de 6,5%. Ceará e Bahia registraram alta de 6,1%.

Em Pernambuco, os empregos criados pela construção civil tiveram um aumento de 37,1% entre junho de 2010 e junho de 2011, elevando o estoque para 131.897 mil postos de trabalho formais, refletindo a implantação de empreendimentos e obras de infraestrutura.

“A economia pernambucana deve evoluir favoravelmente nos próximos anos devido aos novos investimentos públicos e privados e grandes empreendimentos como a Refinaria Abreu e Lima, novos estaleiros, siderúrgica e à montadora da Fiat, na cidade de Goiana, que abre um novo eixo de desenvolvimento ao Norte da Região Metropolitana do Recife”, analisa Tarcísio Araújo.

A apresentação da VI Análise Ceplan coincide com o momento em que a economia mundial sofre um novo revés, abalada pela crise que atinge a economia americana e européia e traz preocupações para o Brasil, apesar de resultados positivos no cenário econômico deste primeiro semestre de 2011, especialmente para o Nordeste.

A primeira conclusão dos diretores da Ceplan Consultoria é que a crise americana (e também a européia) atual é, de fato, um desdobramento da crise de 2008, quando os Estados Unidos gastaram ainda mais do que vinham gastando, historicamente, no socorro prestado ao sistema financeiro e às empresas do porte da General Motors, por exemplo, quase desmontadas pelo tremor iniciado com o estouro da bolha imobiliária e a quebra do Lehman Brothers. “A razão estrutural da atual crise nos Estados Unidos e na Europa é o endividamento público”, conclui Tania Bacelar, apontando o risco de uma nova recessão.

A crise fiscal na Zona do Euro que atinge a Grécia, Portugal, Itália, Espanha e a Irlanda, configura-se num horizonte de dificuldades crescentes, com um aumento da dívida pública, dessas economias, em relação ao PIB. A Grécia, para se ter uma ideia, registrou um PIB negativo de -4,5% em 2010, enquanto sua dívida líquida, em termos de PIB, foi de 142%. Nos Estados Unidos, o índice ficou em 64,8%.

A VI Análise Ceplan mostra que o crescimento de 4,2% do PIB nacional, no primeiro trimestre deste ano, corresponde à metade do mesmo período do ano passado, de 9,3%, que refletiu a recuperação da economia em 2010. Na comparação, segundo Leonardo Guimarães, há uma desaceleração do crescimento neste começo do ano. O PIB do setor de Serviços foi o que apresentou o melhor resultado, 4,0%, seguido pelo da Indústria, com 3,5% e o Agropecuário, com 3,1%.

Neste contexto, o recente recrudescimento da inflação, nos últimos 12 meses, superou o teto da meta de 2011 de 6,5%, em julho passado, chegando a 6,87%. “A expectativa é de que a inércia seja rompida no segundo semestre, ou seja, que a inflação acumulada fique abaixo do teto, refletindo as ações da política antiinflacionária do governo federal”, explica Jorge Jatobá. Como o Brasil continua crescendo em meio à instabilidade e a recessão mundial, segundo ele, continua a ser um país atrativo para os Investimentos Estrangeiros Diretos (IED), embora parte da entrada via empréstimos intercompanhias tenha caráter especulativo. No primeiro semestre deste ano, estes investimentos atingiram cerca de US$ 32 bilhões.

Mesmo sob ameaças de agravamento da crise fiscal na Europa e nos Estados Unidos, espera-se que o Brasil consiga manter sua estabilidade fiscal e monetária, e conter a valorização do Real para manter a competitividade das exportações brasileiras.

Armando comenta o ótimo momento da economia de Pernambuco.

{ Posted on 00:31 by Edmar Lyra Filho }




Do Portal Política Real

Por Francisco Lima Jr., especial para a Política Real, com edição de Genésio Jr.

O senador Armando Monteiro (PTB) declarou a Política Real estar empolgado pelo bom momento que passa a economia de seu estado, Pernambuco.

O parlamentar pernambucano declarou que o ótimo momento por que o seu estado passa deve-se a um exaustivo trabalho capitaneado pelo governador Eduardo Campos, em parceria com setores da economia do estado e segmentos da sociedade organizada.

“Tudo isso só foi possível por que nosso governador, Eduardo Campos, soube aproveitar a boa vontade do então presidente Lula, e é importante que se registre isso, que não mediu esforços para atrair diversos empreendimentos para nosso estado. Em todos eles, há a participação, de uma maneira ou de outra, do presidente Lula.”

Falando do novo modelo de gestão no estado, ele observou que: “O grande momento que Pernambuco vive, não seria possível sem, antes de tudo o governador Eduardo Campos não tivesse feito uma ampla reforma na gestão do estado. Imprimiu um novo e único modelo de gestão pública, proporcionado esta conjunção de investimentos públicos e privados”.

Armando destacou alguns projetos “de impacto estruturante” em andamento em Pernambuco: “Como a refinaria, o polo petroquímico com duas plantas que vão produzir rezina sintética, o estaleiro, a indústria naval passa a ter um destaque importante nessa área, e com o polo farmacoquímico, também na zona da mata norte do estado, com a Hemobrás. E agora, culminado com esse processo a instalação da montadora da FIAT.”

Armando Monteiro salientou que todo esse movimento proporcionou um “relançamento da indústria no estado” com a ampliação da participação industrial de Pernambuco no cenário nacional. “Isso tudo gera um impacto fantástico na economia do estado. Nossa economia já vinha crescendo a taxas superiores á mádia do país, e da média da região. Então, Pernambucano reconcilia-se com sua vocação histórica de crescimento e de liderança, pelo grande momento que nosso estado vive”.

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