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Análise Nacional da vitória de Dilma Rousseff

{ Posted on 18:35 by Edmar Lyra Filho }
A consolidação da vitória de Dilma Rousseff neste domingo foi a efetivação do que fez o Governo Lula e o que fez a oposição.

Do ponto de vista do Governo Lula, é, sem sombra de dúvidas, um bom governo. Lula é um cara de sorte, isso ninguém pode negar. Lula pegou uma economia consolidada, a inflação controlada e uma gestão que era preciso dar continuidade com alguns avanços.

Não bastasse o bom governo que Lula fez, um ponto fundamental a ser considerado foi a brilhante comunicação tanto do Presidente quanto do próprio Governo Federal. Isso, sem dúvidas, contribuiu para a vitória de Dilma Rousseff.

A questão de pagar a dívida externa e transformá-la em dívida interna é um erro de gestão, isso não há como negar, mas do ponto de vista propagandístico tem um impacto fora do comum. Para a população menos esclarecida o que conta é que o governo pagou a dívida externa e empresta dinheiro ao FMI. Mesmo que na prática tenha sido um erro brutal do ponto de vista da gestão.

No que diz respeito ao Bolsa-Família, programa iniciado no governo anterior, Lula utilizou com maestria o programa pra si e para sua candidata, um fato que consolidou a preferência pelo seu partido e pelos seus candidatos nos beneficiários do programa.

Somados esses fatos, Dilma Rousseff era uma técnica do governo Lula, uma mera desconhecida da grande população, isso ajudou a diminuir sua rejeição, porque se fosse governadora ou uma política de carreira poderia ter o conhecimento da população, mas corria o risco de ter uma grande rejeição.

A vitória de Dilma Rousseff repete o fato da vitória de Gilberto Kassab em São Paulo, João da Costa no Recife e Márcio Lacerda em Belo Horizonte, apenas para citar esses exemplos da eleição de 2008. Candidatos pouco conhecidos, mas apoiados por governantes extremamente aprovados como Márcio Lacerda que tinha o apoio do então Prefeito Fernando Pimentel e do então Governador Aécio Neves em Minas, de João da Costa que tinha o apoio do então Prefeito João Paulo e do Governador Eduardo Campos em Pernambuco e no caso de Gilberto Kassab que tinha assumido a Prefeitura em 2006 e disputava a reeleição com o então Governador José Serra.

Por quê isso? Porque o eleitor brasileiro é, digamos, egoísta, ele pensa nele. Se a economia vai bem, continua tudo o que está, independente de partido. Se a economia vai mal e afeta diretamente o bolso do eleitor, ele tende a mudar.

Nesta eleição de 2010 não tivemos mudanças bruscas, exceto no Rio Grande do Sul onde Yeda Crusius fazia um péssimo governo, no Pará que Ana Júlia fazia um governo pífio e na Paraíba onde Zé Maranhão assumiu o governo na base do tapetão. Portanto, era um governador não legitimado pelas urnas.

No geral não tivemos mudanças bruscas do ponto de vista político.

Em 2002 José Serra disputou a Presidência em condições econômicas desfavoráveis e que atingiam diretamente o consumidor, naturalmente, representava a continuidade que ninguém queria. O povo queria mudança naquele momento e por isso elegeu Lula.

Em 2010 as condições econômicas eram totalmente favoráveis ao candidato governista e apenas se houvesse um fato muito consistente poderia facilitar a vida do oposicionista José Serra. Portanto, José Serra representava a mudança que ninguém queria. O povo clamava por continuidade porque se sentia bem com a atual situação econômica do país.

Apesar de ter iniciado na liderança, José Serra jamais era o favorito, e poderia sair vencedor, caso Dilma Rousseff perdesse a eleição. O que seria ela perder a eleição? Tudo conspirava para que ela fosse eleita, se José Serra vencesse, não seria José Serra que venceu, mas sim Dilma que perdeu. Entendem?

José Serra não foi um mau candidato, pelo contrário, se saiu muito bem, conseguiu 44% dos votos válidos no segundo turno. Considerando que Lula tem 90% de aprovação, Serra conquistou metade dos que aprovavam Lula, é um fato a ser louvado.

Poderia ter sido melhor? Óbvio. Mas isso se deu por conta de não conseguir um amplo leque de forças, tinha um partido moribundo que colocou a faca no pescoço de José Serra quando não tinha condições para isso, que é o caso do DEM, que quis a todo custo ter o vice. Quando Serra tinha um excelente vice apresentado que foi o Senador Alvaro Dias.

A indicação de Alvaro Dias naquele momento significava uma vitória para a oposição e uma derrota para o governo. Alvaro Dias é um grande Senador e que iria respaldar a chapa de José Serra. Seria um excelente contraponto ao vice de Dilma Rousseff.

A escolha de Indio da Costa, com toda sinceridade, foi um tremendo tiro no pé da candidatura de José Serra e atendeu apenas a um capricho idiota dos Maia do Rio de Janeiro.

Não que Indio fosse uma péssima escolha, mas comparada a de Alvaro Dias, jamais ele seria indicado em condições coerentes e responsáveis a política.

Do ponto de vista geral, José Serra, sem merecer, afinal, tinha mais história que a Presidente eleita, perdeu a eleição. Os fatores foram muitos, mas isso tendia a ocorrer porque a economia estava bem, e se a economia vai bem, o governo vai bem e o povo não almeja mudança.

Não se pode culpar o Senador Aécio Neves pela derrota de José Serra em Minas Gerais. Vale ressaltar que Dilma Rousseff é mineira e quer queira, quer não, os mineiros ficaram chateados com a escolha do paulista Serra em detrimento ao conterrâneo Aécio Neves para a disputa presidencial. Portanto, é mais do que natural a vitória de Dilma Rousseff em Minas Gerais mesmo Aécio Neves apoiando José Serra.

Do ponto de vista estadual, a coalizão PT/PMDB mesmo conseguindo o Governo Federal, ficou apenas com 10 governos estaduais, cinco pra cada partido.

Enquanto o PSDB chegou a 8 governadores e o PSB obteve 6. O hoje nanico e moribundo DEM ficou apenas com 2 governadores, o que ainda foi um fato a ser considerado.

Do ponto de vista de que a Presidente Dilma Rousseff tende a derrubar a fidelidade partidária, existe total possibilidade de parlamentares da oposição migrem para o governo.

Do ponto de vista dos governadores eleitos pelo DEM e PSDB, não tendem a mudar muita coisa. O que pode ocorrer é uma fusão entre os partidos e liberação de filiados para que possam seguir seus respectivos rumos.

Isso precisa ser feito em breve para que os partidos da oposição possam se estruturar visando a disputa de 2014 onde Aécio Neves surge como o principal nome para disputar a Presidência da República.

Quanto ao PSDB, este precisa conseguir garimpar partidos que hoje estão com a Presidente Dilma Rousseff, para que possa ganhar uma inserção social que com a atual aliança com o DEM não consegue.

Do ponto de vista nacional, penso que o PSB do Governador de Pernambuco Eduardo Campos pode ser um parceiro do PSDB do Senador Aécio Neves para a disputa de 2014. Entendo ser fundamental que Aécio Neves seja o candidato a Presidente e Eduardo Campos seja o candidato a Vice-Presidente.

Farei a análise do resultado do ponto de vista de Pernambuco.

Para marqueteiro, José Serra será eleito domingo.

{ Posted on 00:36 by Edmar Lyra Filho }
Do Blog de Jamildo

O publicitário Marcelo Teixeira, da empresa Makplan e que já trabalhou para tucanos e petistas pelo Brasil, analisou os últimos números da pesquisa Datafolha e diz que Dilma pode até ganhar as eleições, mas que as chances maiores de vitória são do candidato tucano José Serra. Quando todo mundo dizia que Dilma levaria no primeiro turno, em entrevista exclusiva ao Blog de Jamildo, analisando os mesmos dados do Datafolha, ele antecipou que haveria segundo turno.

“Lula não conseguiu fazer a candidatura dela decolar. Ela é ruim de palanque e mesmo com o apoio quase totalitário não deslanchou nas urnas”, declara.

O marqueteiro vê muita semelhança do atual cenário com os números do primeiro turno, quando a candidata oficial tinha 50% dos votos, segundo as pesquisas mais confiáveis, mas não obteve nas urnas os 50% dos votos, mesmo com o apoio de um amplo leque de políticos da situação.

“Serra tem todas as chances de vencer as eleições porque Dilma, mesmo com a popularidade de Lula, mesmo com toda a capilaridade de sua campanha no primeiro turno, não conseguiu subir nada e está com os mesmos 50% do primeiro turno. Em São Paulo, por exemplo, ela tinha três candidatos a governador pedindo votos para ela”, observa.

O analista político cita que Serra tem chances enormes de mudar o placar porque, no Sudeste, por exemplo, existem cerca de 7% dos indecisos.

Numa comparação rápida, o marqueteiro cita que a votação da petista gira em torno dos 62% no Nordeste e que Lula teve 77% nas pesquisas.

A sua tese principal, assim, é que só São Paulo pode tirar os votos de vantagem de Dilma no Nordeste. Isto pode até ajudar a explicar a preocupação do presidente Lula de encerrar a campanha da petista no Recife, na data de hoje. “Desde Franco Montoro, passando por Covas e depois os tucanos mais novos, eles nunca tiveram menos de 60% contra Lula. E Dilma não é Lula”, frisa.

Apontado como um dos principais colégios eleitorais, Minas Gerais, na avaliação do observador da cena política nacional, dará vitória ao tucano. “Ela está 4% ainda na frente, mas vai perder lá. O mineiro não vota no PT. Agora não vai ter cabo eleitoral como no primeiro turno. O eleitor vai vair para votar em um, no outro, ou branco ou nulo. A abstenção será enorme e Dilma não é Lula, ela é pesada”.

Na sua avaliação, um dos fatores que deve prejudicar Dilma com muita intensidade são as abstenções. Ele diz que isto pode reduzir a sua esperada votação no Nordeste para até 60% do que está previsto. “Em um universo de 36 milhões de eleitores, no segundo turno, Lula e Alckmim tiveram apenas 25 milhões de eleitores. Cerca de 11 milhões de eleitores deixaram de comparecer. E olha que era gente que segurava bandeirinha e era Lula desde sempre. Só que Dilma não é Lula e a votação de votos em disputa pode cair para 20 milhões de votos no Nordeste”, observa.

Coluna Gazeta Nossa primeira quinzena de Novembro.

{ Posted on 21:26 by Edmar Lyra Filho }
Jaboatão e a eleição de 2012
A última edição da Gazeta Nossa apontou dados preocupantes. Dos quase 400 mil eleitores de Jaboatão dos Guararapes, 63 mil se abstiveram de votar, algo em torno de 15%. Como se não bastasse, tivemos apenas 303 mil votos válidos para Presidente da República, ou seja, 97 mil eleitores deixaram de votar, o que corresponde, somados abstenção, brancos e nulos, a algo em torno de 25% do eleitorado. Por incrível que pareça, este resultado ainda tem um certo alento, comparados aos votos para Governador (284.896), Senador (263.249), Deputado Federal (290.351) e Deputado Estadual (294.506). Onde tivemos, em média um terço do eleitorado deixando de votar para estes cargos. Isso pode configurar um 'desapego' do eleitorado por conta dos desmandos das antigas gestões, algumas figuras horripilantes do município como Newton e Elina Carneiro que receberam um sonoro não dos jaboatonenses na disputa para Deputado Estadual recebendo, 2.619 e 9.861 votos, respectivamente. Essa foi a resposta pela ridícula gestão do ex-Prefeito Newton Carneiro e da sua Dama-de-ferro e filha Elina Carneiro que em muito atrasaram o município. Outro candidato com 'raízes' jaboatonenses Marcos Antônio, o Negão Abençoado, tendo em vista que disputou o cargo de Vice-Prefeito na chapa de Newton Carneiro em 2008, não foi reeleito e teve uma votação pífia no município. Um candidato majoritário que, se bem soubesse, sequer se colocava mais como candidato a qualquer coisa e principalmente a Prefeito como em tese, pleiteia, Fernando Rodovalho foi outro vexame. Obteve apenas 2.751 votos para Governador de Pernambuco, destes, apenas 908 votos em Jaboatão. O que mostra o recado sonoro das urnas para a gestão pavorosa que ele fez quando Prefeito do município. O ex-vereador de Jaboatão e atual vereador do Recife Edmar de Oliveira foi pífio como candidato a Deputado Federal, obteve apenas 19 mil votos, e não conseguiu sequer metade disso na cidade, considerando que ele foi vereador por vários mandatos em Jaboatão dos Guararapes. Outros candidatos com menor estrutura, se saíram razoavelmente bem, como é o caso do Vereador Moisés, que obteve 18 mil votos para Deputado Federal, destes tendo 13 mil em Jaboatão dos Guararapes tem excelentes condições de pleitear voos mais altos, como o caso de uma Vice-Prefeitura ou até mesmo ir para a reeleição com grandes chances de sair majoritário do município. Idivan obteve votação razoável no município, mais de 10 mil votos para quem não tem muita visibilidade é algo louvável, sobretudo para uma disputa de Deputado Estadual. Eduardo Porto ampliou sua votação em relação a 2006, mas não conseguiu a reeleição, mesmo assim, se saiu muito bem das urnas, porém, sem o mandato. Dos que conseguiram se eleger e que têm base forte no município, Betinho Gomes se saiu muito bem, quase 24 mil votos na cidade. O mais votado foi o Pastor Cleiton Collins que conseguiu obter quase 28 mil votos. Algo bem considerável no município e ele repetiu o feito de 2006, foi o mais votado de Pernambuco. André Campos, segundo colocado na disputa para Prefeito em 2008 obteve pouco mais de 10 mil votos no município, esperava-se mais, tendo em vista ele ser um pré-candidato a Prefeito em 2012, porém, muitos candidatos potenciais tiraram votos dele como foi o caso do Presbitero Adalto e Amauri Cândido. Além do próprio Betinho Gomes. Com esses números, podemos entender que Elias Gomes surge fortalecido por um lado, pois colocou seu filho na segunda posição para Deputado Estadual, mas enfraquecido por outro por conta de seu candidato a Deputado Federal, Sérgio Guerra, não conseguiu sequer 10 mil votos no município e seu candidato a Presidente, José Serra, ficou apenas em terceiro lugar. Isso é algo que o Prefeito precisa monitorar e corrigir os possíveis erros para evitar 'surpresas' quando tentar a reeleição, onde, sem dúvidas, ele surge como favorito. André Campos surge como pretenso candidato e deve ter o apoio de Eduardo Campos para poder se viabilizar, mesmo não tendo tido excelente votação no município, ainda é o principal nome da oposição para tentar desbancar Elias Gomes. Primeiro por ter excelente trânsito com o Governador Eduardo Campos, segundo por ser um nome qualificado para o posto e também por ser do PT, um partido forte que vai querer combater o PSDB de Jaboatão dos Guararapes. Do ponto de vista geral, o que podemos observar para o pleito proporcional de 2012 é que precisam surgir caras novas para o município, tanto do lado do Prefeito Elias Gomes quanto do lado do Deputado André Campos, eles precisam apresentar novos nomes para o Legislativo municipal, de preferência qualificados e com inserção social e política para que o fiasco de 2010 não seja repetido em 2012. Nomes da sociedade como empresários, profissionais liberais, formadores de opinião, etc. devem disputar o cargo de vereador de Jaboatão dos Guararapes para, não só melhorar esta situação eleitoral, como também a questão política que é escassa no município.
Orla - A Prefeitura de Jaboatão deveria apresentar um projeto viável para requalificar a orla do município e transformá-la em algo potencial para receber as pessoas que vêm de todo o estado de Pernambuco, do Brasil e do mundo.
Turismo - Seria fundamental que a Prefeitura investisse em ações que pudessem fortalecer o Carnaval do município, a Semana Santa, o São João e até mesmo um evento fora-de-época. A cidade tem um excelente potencial turístico, mas a Prefeitura ainda não despertou pra isso.
Empresários - Do ponto de vista dos eventos, o que não falta é empresário que consiga captar recursos, basta que a Prefeitura ceda o local e dê total suporte para que eles possam viabilizar tais eventos.
Capacitação Profissional - A Secretaria de Juventude do Município poderia realizar programas, em parceria com o Sistema S, para incentivar os jovens a se capacitar profissionalmente, tendo em vista que a cidade está muito próxima de Suape e seus jovens não têm tal amparo.
Combate às Drogas - Outro tema que poderia ser atribuído a Secretaria de Juventude seria elaborar um programa de Combate às Drogas no município, tentando evitar que o Crack acabe com a vida de muitos jovens de Jaboatão.

E Serra vence mais um debate.

{ Posted on 22:28 by Edmar Lyra Filho }
Como diria FHC: Assim não pode, assim não dá.

Não está tendo a menor graça assistir a esses debates do segundo turno. A candidata do PT é extremamente fraca, não tem a menor condição de gerenciar a casa dela, imagina o Brasil?

Ela fica no samba do crioulo doido falando sobre privatização, esquecendo-se de que os brasileiros foram favoráveis à privatização.

Afinal, temos quase 200 milhões de celulares no Brasil, é mais do que a quantidade da população brasileira.

Isso só foi possível graças à privatização.

Do ponto de vista da Vale, da CPFL, da CSN, que foi feita por Collor, que apoia Dilma, dentre outras. A privatização foi interessante porque o Brasil recolhe bastante com impostos. As empresas se tornaram eficientes e o Brasil aumentou a arrecadação.

Existem dois tipos de privatização, a venda do bem público propriamente dito e a ocupação política do bem público.

A primeira, pelo menos, gera receita para a União através de impostos, já a segunda deixa a máquina pública sucateada e obsoleta por conta da ineficiência dos servidores públicos, que são militantes de carteirinha do PT e fazem uma verdadeira apropriação indébita do patrimônio público para fins privados do PT.

Do ponto de vista do debate, a questão da privatização está surrada, já ajudou Lula, mas não tende a ajudar Dilma porque foi feita há mais de 10 anos. A única estratégia do PT que talvez tenha surtido efeito foi o fato de criar uma cortina de fumaça para, parafraseando Dilma, tergiversar do tema do aborto.

Dilma mostrou mais uma vez falta de preparo e de capacidade para Presidir o Brasil.

Além do mais, não fala com propriedade, não tem certeza do que diz, a prova disso é falar de cuidar da 'pessoa humana', e existe pessoa animal?

Dilma criticou São Paulo, governado pelo PSDB há 16 anos e tem mais 4 anos garantidos, portanto, 20 anos de poder.

São Paulo é o estado com os melhores índices de educação, de segurança, de saúde e de desenvolvimento econômico do Brasil. Talvez esse seja o trunfo do sucesso de São Paulo, não ter deixado o Partido dos Trabalhadores entrar no Governo Paulista.

Enquanto José Serra falava de Infraestrutura, de atendimento a Pessoa com Deficiência, em Saúde, em Educação, em Segurança Pública, etc. Dilma só pensava em atacar o tucano. E ainda dizem que o debate não fala de futuro.

Pelo visto esquecem que Serra fala de futuro e Dilma só fala de passado. A disputa Lula x FHC já ocorreu em 1994 e 1998, FHC ganhou as duas e no primeiro turno. Portanto, é algo superado.

José Serra mostra a cada debate que é o melhor candidato para Presidir o Brasil, e como disse o coordenador de campanha de Dilma Rousseff e eleitor de Marina no primeiro turno, Ciro Gomes, José Serra é mais preparado, mais legítimo e mais capaz para ser o Presidente do Brasil.

E não é que Ciro tem razão?

Jogo sujo do PT atinge Mônica Serra.

{ Posted on 00:26 by Edmar Lyra Filho }
O jogo sujo do PT não tem limites.

Desesperados com a possibilidade de perderem as tetas do poder público, o PT joga baixo e sujo ao ponto de colocar a esposa do candidato José Serra, Mônica, 'na roda'.

Não me interessa saber se Mônica fez ou deixou de fazer um aborto, nem a mim nem a ninguém, creio que a questão do aborto não a faz melhor nem pior do que ninguém, se de fato ela fez isso.

Mas esse tema é algo que diz respeito única e exclusivamente a ela.

Na ânsia de querer tirar o tema da pauta, Dilma Rousseff e seus aliados atingem a honra da esposa do candidato José Serra.

É aquela velha história de querer igualar as pessoas ao baixo nível do PT.

Creio que o vale-tudo eleitoral não poderia ser dessa maneira.

Sabe o que vai acontecer?

O PT vai vitimizar o candidato José Serra e sua esposa. No intuito de atingir a ele e sua esposa, não sabe o tiro no pé que o partido deu ao tocar neste tema.

Além do mais, não há como igualar José Serra a Dilma Rousseff neste quesito.

O grande problema de Dilma foi não manter a opinião que tinha, tanto em 2007 quanto no PNDH-3, quando defendeu a legalização do aborto.

A candidata Dilma é uma verdadeira biruta de aeroporto, muda de posição conforme a direção dos ventos.

O que dizem as pesquisas?

{ Posted on 23:27 by Edmar Lyra Filho }
O Datafolha foi o primeiro instituto a publicar uma pesquisa sobre o segundo turno e apontou 48% pra Dilma Rousseff contra 41% de José Serra. Em votos válidos, 54% x 46%.

No primeiro turno, os números eram 52% x 39% em intenções de voto, considerando os votos válidos Dilma tinha 57% e Serra aparecia com 43%.

No Ibope, Dilma aparecia com 51% das intenções de voto e Serra 37%, portanto, 58% dos votos válidos para Dilma contra 42% de Serra. Hoje os números são 49% Dilma, 43% Serra em intenções de voto, nos votos válidos Dilma 53%, Serra 47%.

O Vox Populi não fazia simulação de segundo turno porque dava vitória de Dilma Rousseff no primeiro turno com 53% dos votos válidos, ela só teve 47%. O Vox Populi errou feio. Mas mesmo assim, vamos levar em consideração os números do Vox Populi para o segundo turno: 48% pra Dilma e 40% pra Serra, em votos válidos, 54,5% Dilma, Serra 45,5%.

No caso do Datafolha, uma diferença que era de 14 pontos caiu pra 8. No Ibope, a diferença era de 16 pontos, caiu pra 6.

Considerando os três institutos, a média das pesquisas apontam: 53,8% pra Dilma Rousseff e José Serra com 46,2%. Com uma margem de erro de dois pontos percentuais os números podem estar entre 51,8% a 55,8% pra Dilma, e 44,2% a 48,2% pra Serra.

A vantagem pode ser de 3,6% no mínimo e no máximo 11,6% pra Dilma Rousseff. Lembrando que no segundo turno, essas vantagens caem pela metade. Podendo considerar que José Serra precisa crescer no mínimo 2 pontos e no máximo 4 pontos em cima da adversária Dilma Rousseff para vencer a eleição.

Se considerarmos apenas os intitutos confiáveis, ou seja, Datafolha e Ibope, a diferença é mínima: 53,5% Dilma, 46,5% Serra. Margem de Erro de 2 pontos: Dilma pode ter entre 51,5% e 55,5%. Serra 44,5% e 48,5%.

O que queremos mostrar é que, caso os fatos do primeiro turno sejam repetidos, José Serra pode ser o vencedor já com esses números.

A considerar que no Nordeste, local que corresponde a 27% do eleitorado brasileiro e que dá a Dilma, em média, quase 70% de intenções de voto, possui uma abstenção de quase 30%, Dilma pode ter sua vantagem reduzida a pó na urna.

Dos 27% do eleitorado, considerando uma abstenção de 30%, apenas 19% votará. Levando em conta que Dilma tem em média 70% dos votos, ela só terá 13% pra acrescentar a votação nacional contra 6% do tucano. Portanto, uma vantagem de apenas 7%. Em termos de votos, corresponde a uma vantagem de menos de 10 milhões de votos, algo que tende a ser revertido nas demais regiões facilmente, tendo em vista que José Serra lidera no resto do Brasil e tende a ampliar isso. Acha 10 milhões muito? Imagine se não tivesse a abstenção, Dilma teria mais de 15 milhões de votos a frente de Serra.

É uma discrepância de 5 milhões de votos, o que corresponde a 5% dos votos válidos do primeiro turno.

Não sou estatístico nem matemático, mas esse foi um dos fatores que contribuíram seriamente para a existência do segundo turno, e o que pode contribuir efetivamente para a vitória de José Serra já nas condições atuais.

Vejamos uma perda de 5% pra Dilma nos votos válidos.

Dilma teria 53,8% das intenções de votos válidos contra 46,2%. Uma perda de 5%, corresponde a Serra com 51,2% e Dilma com 48,8% já na média atual das pesquisas.

Portanto, a vitória de José Serra é algo muito mais factível do que se imagina, por isso o PT está atacando tanto o candidato José Serra, resta saber se surtirá efeito.

Coluna Gazeta Nossa segunda quinzena de outubro.

{ Posted on 23:43 by Edmar Lyra Filho }
José Serra pode vencer

No primeiro turno, muitos consideraram que José Serra estaria liquidado e que Dilma Rousseff seria a próxima Presidente da República. De fato, a força do Presidente Lula não deve ser questionada, transferiu boa parte da sua popularidade para uma candidata inexpressiva e totalmente desconhecida pelos brasileiros. Com 80% de popularidade, conseguiu que Dilma obtivesse 47% dos votos válidos no primeiro turno. E só teve isso por conta do Caso Erenice na Casa Civil, caso contrário poderia ter sido eleita no primeiro turno. A verdade é que Dilma Rousseff não foi confrontada e tendia a vencer sem qualquer obstáculo. Não por incompetência dos seus adversários ou pelo méritos próprios, mas principalmente pela situação econômica e social vivida pelo país e a vontade dos brasileiros de continuar tudo o que Lula havia feito. Porém, o improvável ocorreu. Marina Silva, com menos de 1 minuto na televisão e sem palanque algum nos estados, chegou a surpreendentes 20% dos votos válidos no primeiro turno. Fato que consolidou a existência do segundo turno, afinal José Serra teria, seguramente 30% dos votos válidos no primeiro turno, e chegou a quase 33%. Com o segundo turno, José Serra e Dilma Rousseff tiveram suas candidaturas confrontadas e, conforme a experiência e capacidade política, podemos entender que José Serra tende a ser o próximo Presidente do Brasil.

DATALYRA - Na eleição para Deputado Federal conseguimos acertar 22 dos 25 eleitos. Para Deputado Estadual o acerto foi de 36 entre os 49. Aproximadamente 80% de acerto entre as duas Casas Legislativas.

Eduardo Campos - Com a vitória esmagadora sobre o seu principal adversário, o Governador Eduardo Campos se consolidou como a principal liderança política de Pernambuco.

Jarbas Vasconcelos - Eleito Senador da República com quase 60% dos votos válidos e saiu do Governo de Pernambuco com 80% de aprovação em 2006, era inimaginável que Jarbas Vasconcelos tivesse menos de 15% dos votos válidos.

Fatores - Essa derrota se deu por conta de que seus aliados ficaram enfraquecidos e seu governo foi repelindo aliados fortes que foram pra base do Governador Eduardo Campos.

Fatores 2 - A derrota se deu também por total desorganização do comando de campanha de Jarbas, poderia até perder, mas jamais dessa maneira se a campanha tivesse sido bem planejada, organizada, executada e controlada.

Armando Monteiro - O Senador eleito Armando Monteiro (PTB) após ter sido o mais votado, surge como a principal aposta da Frente Popular para ser o candidato a Governador em 2014.

Cadoca - Mesmo tendo sido eleito, o ex-todo poderoso do Governo Jarbas Vasconcelos caiu para menos da metade a sua votação em relação a 2006. Provavelmente não disputará mandato em 2014 porque é um político decadente.

Eduardo da Fonte - Com mais de 330 mil votos, o deputado progressista foi a principal surpresa desta eleição, conseguiu triplicar a votação em relação a 2006 e surge como uma grande liderança política da nova geração.

Evangélicos - Em Pernambuco os evangélicos elegeram dois federais e dois estaduais, foram eles: Pastor Eurico (PSB) e Anderson Ferreira (PR) e Cleiton Collins (PSC) e Presbitero Adalto (PSB).

Raul Jungmann - Mesmo tendo sido o quarto colocado na eleição para o Senado, Raul Jungmann (PPS) se tornou mais conhecido entre os pernambucanos e surge como um dos pré-candidatos a Prefeito do Recife em 2012.

Daniel Coelho - Principal líder político do Partido Verde em Pernambuco, Daniel Coelho foi eleito Deputado Estadual com quase 50 mil votos e pode surgir como um dos candidatos a Prefeito do Recife em 2012.

DEM - A salvação do Democratas poderá ser a eleição de José Serra como Presidente da República, porque em Pernambuco elegeu apenas dois Federais e dois Estaduais, e perdeu o Senador Marco Maciel.

Sérgio Guerra - Caso José Serra vença, Sérgio Guerra pode ser alçado a condição de Ministro e André de Paula, primeiro suplente da coligação jarbista, assume o mandato.

Debate da Band mostra superioridade de Serra.

{ Posted on 00:51 by Edmar Lyra Filho }
Quem assistiu pôde comprovar: José Serra foi o melhor candidato e conseguiu que Dilma Rousseff demonstrasse desespero.

Provavelmente Dilma foi orientada pelos marqueteiros a partir para o ataque, e seguiu à risca a orientação.

Pela minha pouca experiência em política, bate quem está atrás, e administra quem está na frente.

O debate da Band fugiu à esta regra, a considerar a pesquisa Datafolha apresentada neste domingo que aponta Dilma Rousseff com 48% das intenções de voto contra 41% do candidato José Serra.

Em votos válidos, Dilma teria 54% contra 46% de Serra.

Porém, estratificando a pesquisa em sob o ponto de vista regional, José Serra já lidera em três regiões, Dilma apenas em uma.

O que ainda favorece a liderança de Dilma é que no Nordeste ela lidera com 62% diante dos 32% de intenções de voto de José Serra, a considerar que o eleitorado do Nordeste corresponde a 27% do país, podemos concluir que o Nordeste ainda segura Dilma.

Talvez isso explique uma postura agressiva e desproporcional para quem está com 8 pontos de vantagem sobre o adversário.

Do ponto de vista do debate, José Serra foi respeitoso, coerente, tranquilo e direto no debate. Diferentemente de Dilma Rousseff que teve que fugir de temas difíceis como o Aborto e o Caso Erenice Guerra.

Na tentativa de fuga desses temas, Dilma partiu para a agressão ao candidato José Serra e utilizou o tema privatização no intuito de prejudicar o candidato tucano.

Pelo visto, a tentativa não surtiu efeito, afinal, o tucano respondeu à altura mostrando que as privatizações foram positivas para o Brasil e que as pessoas se comunicam hoje graças a ela. Afinal, caso a Telebras não fosse privatizada, muito provavelmente não teríamos mais celular do que habitante no país.

O tom agressivo de Dilma me lembrou Geraldo Alckmin em 2006, que apesar de ser um homem extremamente preparado, conseguiu ter menos votos no segundo turno do que teve no primeiro.

Esse tom agressivo só serve pro oponente, sobretudo se ele estiver à frente.

Em 2006 Lula aparecia com os mesmos 54% das intenções de votos válidos contra os 46% de Alckmin.

Alckmin bateu, bateu, bateu sobre o Dossiê e o Escândalo dos Aloprados que ficou no samba de uma nota só, e o resultado foi Lula ter mais de 60% dos votos válidos e Alckmin conseguir ter menos de 40%.

Isso tende a se repetir, porque a virada já ocorreu, a tendência é que essa virada seja ampliada por José Serra nas demais regiões e no Nordeste, reduto petista, Dilma fique com o que já tem: algo em torno de 65% dos votos válidos.

Portanto, posso afirmar que as próximas pesquisas, sobretudo a do Ibope de quarta-feira já devam mostrar um cenário bem mais favorável a José Serra do que o que mostrou o Datafolha.

E José Serra, segue a passos largos rumo a Presidência da República caso não haja alguma hecatombe que prejudique sua campanha como ocorreu com Dilma, que tendia a vencer no primeiro turno.

Portanto, Serra não precisa mais de nenhum escândalo contra Dilma para ser o próximo Presidente da República, basta manter o bom ritmo do guia eleitoral e a mesma performance apresentada no debate da Band.

As verdades dos Governos FHC e Lula que o PT omite

{ Posted on 00:30 by Edmar Lyra Filho }
Muitos falam de maneira exacerbada que o Governo Lula foi infinitamente melhor que o Governo FHC. Não é verdade.

A considerar que foi feito pelo Governo FHC, podemos dizer que o dele foi melhor que o de Lula.

O Proer, a Lei de Responsabilidade Fiscal, o Plano Real e as Privatizações foram ações importantes para o Brasil.

O Proer estruturou o sistma financeiro brasileiro, a LRF aumentou a eficiência da gestão pública no Brasil, o Plano Real trouxe a estabilidade econômica e o controle da inflação e as privatizações deram ao brasileiro a oportunidade de ter acesso a telefonia, internet, etc.

Além disso, o Governo FHC foi o responsável pelo início dos programas sociais no Brasil, foi durante a época dele que foram criados o Bolsa-Renda, Vale-Gás, Bolsa-Escola e Bolsa-Alimentação. Além do PETI, Programa de Erradicação do Trabalho Intantil.

Esses programas o PT era contra, a proposta dele era o Fome Zero que nada mais era do que distribuir cestas básicas com os pobres para erradicar a fome no país. Como viram que seria dificílimo distribuir as cestas básicas, tiveram que seguir o modelo social do Governo Fernando Henrique, unificando as Bolsas e transformando no Bolsa-Família.

O mérito do Governo Lula foi manter as diretrizes econômicas de FHC, a prova disso é que o Presidente do Banco Central é um ex-tucano que foi mantido por Lula no cargo, Henrique Meirelles. Outro mérito foi manter o câmbio flutuante bem como unificar os programas sociais e ampliá-lo. Ou seja, a grande virtude do Governo Lula foi fazer aquilo que ele sempre se colocou contra. Caso tivesse mantido posição, o Brasil teria quebrado.

Além do mais, Fernando Henrique enfrentou diversas crises econômicas, enquanto Lula enfrentou apenas a 'marolinha' de 2008, que só se saiu bem por conta da reestruturação do sistema financeiro feita pelo governo anterior.

Vejamos as crises que FHC enfrentou: Crise do México (1995), Crise Asiática (1997/1998), Crise Russa (1998/1999), Crise Argentina (2001), Crise dos EUA, 11 de Setembro (2001) e a própria eleição de Lula em 2002 que causou a fuga do hot-money, aumentando o dólar a quase R$ 4,00 por conta do mercado financeiro ter sérias dúvidas sobre aplicar no Brasil por conta da provável vitória de Lula que era contra o Plano Real e todas as ações econômicas do Governo FHC.

O Salário Mínimo no Governo FHC subiu de R$ 70,00 para R$ 200,00 em 8 anos, portanto, um aumento de 186%. Já no Governo Lula, o salário mínimo foi de R$ 200,00 para R$ 510,00, um aumento de apenas 155% em 8 anos.

O Índice de Desenvolvimento Humano do Governo FHC passou de 0,753 para 0,789, portanto, um aumento de 0,36. Já no Governo Lula foi de 0,789 herdado de FHC para 0,813, consequentemente um aumento de 0,24. Diante disso, o Governo FHC também foi superior ao Governo Lula neste quesito.

Com esses números, podemos observar nitidamente quem foi melhor Presidente e a resposta sabemos qual é: Fernando Henrique Cardoso.

Podem comparar a vontade entre Governo Lula e Governo FHC, entre Dilma e Serra porque o Governo FHC/Serra foi infinitamente superior ao Governo Lula/Dilma do ponto de vista de desenvolvimento econômico e social. Sem contar com o fato de que o Governo FHC foi eficiente e o Governo Lula foi apenas eficaz.

Estamos diante de falácias sobre o passado do Brasil que merecem ser combatidas pelo bem do Brasil.

José Serra, além de ser melhor candidato por ter um histórico muito melhor que o de Dilma, ainda tem um governo com um legado muito mais importante para o Brasil do que o deixado pelo que apoia Dilma. A história dirá.

Datafolha excelente para José Serra.

{ Posted on 23:47 by Edmar Lyra Filho }
Os números apresentados pelo Datafolha deste domingo são extremamente favoráveis a candidatura de José Serra, logo abaixo digo por quê.

Dilma Rousseff (PT) aparece com 48% das intenções de voto.

José Serra (PSDB) aparece com 41% das intenções de voto.

Brancos, nulos e indecisos totalizam 11%.

A considerar os votos válidos Dilma aparece com 54%, Serra com 46%.

Margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

A última pesquisa Datafolha antes do segundo turno apontava Dilma com 52% das intenções de voto contra 39% de José Serra. Portanto, 57% dos votos válidos pra Dilma e Serra com 43%.

Portanto, 14 pontos era a diferença entre a candidata petista e o candidato tucano, hoje são apenas 8 pontos.

No que diz respeito aos votos válidos do primeiro turno, Dilma obteve 47%, Serra 32% e Marina 20%, demais 1%.

Dos votos de Marina e os demais que totalizam 21% válidos, Serra cresceu obteve 14 pontos e Dilma 7.

Em números mais realistas, para cada 3 eleitores de outros candidatos, Dilma ganhou 1 e Serra ganhou 2.

Uma proporção de 33% pra Dilma e 67% pra Serra.

No primeiro turno, Dilma Rousseff tinha tudo ao seu favor, Serra praticamente tudo contra.

Dilma tinha mais tempo no guia eleitoral, pouco mais de 10 minutos, mais inserções na tv e os debates eram pulverizados, portanto, facilitava quem estava à frente nas pesquisas por não haver um confronto direto.

Hoje as condições de guia são iguais, 10 minutos para cada candidato, inserções iguais e três debates entre os dois candidatos apenas, coisa que não ocorreu no primeiro turno.

Outro ponto favorável a José Serra é que um crescimento dele de 2 pontos, diminui a diferença em 4 pontos, porque a perda é dobrada, se um perde o outro ganha.

A considerar 54% pra Dilma e 46% pra Serra, podemos considerar que o tucano está a 5 pontos da Presidência da República.
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